Outra peça muito importante no nosso equipamento é a bota. Na hora em
que a moto perde o equilíbrio, o primeiro apoio é o pé. E não adianta
tentar evitar, pois é instinto. Para piorar, depois dos pneus, a
primeira peça a se esfregar no atoleiro é a bota. E a lama que seca e
não é retirada, resseca o couro e diminui a vida útil da bota.
Portanto lembre-se sempre: BOTA SUJA DURA MENOS.
Lavar a bota na ducha Vaap, logo após a trilha ou treino, pode ser uma
boa para tirar o excesso, mas usar a água muito forte e por muito tempo,
também danifica o couro.
A maneira mais indicada é no tanque, usando uma escova do tipo de nylon e
e com detergente, aquele da pia da cozinha. Depois de limpar a parte de
fora, recomendo lavar o interno com sabão em pó e usando uma esponja
macia. Para secar, sempre a sombra, retirar a palmilha e se possível por
algumas horas, deixa a bota de ponta cabeça, para sair toda a água de
seu interior. Outra dica legal é deixar algum objeto que mantenha a
porta aberta, melhorando a secagem.Vale a pena, após a lavagem, dar uma verificada no estado da bota e um
reaperto nos parafusos de fixação dos fechos. Porém, se sua bota precisa
de cola, elástico, pedaço de câmera, zip tie ou qualquer outra
“gambiarra”, provavelmente esta bota já não está mais tendo a rigidez
necessária para proteger seu pé e tornozelo. Vejo muita gente usando
botas que já deviam estar “aposentadas” há muito tempo. Aí ela perdeu
sua qualidade principal, como equipamento de proteção.

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