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domingo, 18 de dezembro de 2011

Honda CRF 230F 2012

Os amantes do segmento fora-de-estrada podem encontrar a partir deste mês nas concessionárias Honda o modelo 2012 da CRF 230F. A motocicleta mantém todos os atributos que conquistaram os consumidores desde o lançamento em 2006.

Primeiro modelo produzido na fábrica de Manaus exclusivamente para o uso off-road, a CRF 230F conta com um design inspirado na tendência mundial da linha CRF, considerada porta de entrada para o mundo do motocross. Assim, a Honda mantém o paralama traseiro na cor branca e o guidão na tonalidade preta. Os grafismos transmitem esportividade ao modelo.


O conforto e o bom desempenho da motocicleta é resultado de um conjunto compacto, permitindo que as pernas do piloto fiquem bem encaixadas, o que contribui para movimentos seguros e precisos ao enfrentar irregularidade de piso. Além disso, o tanque de combustível, com capacidade de 7 litros, alia estrutura resistente e peso reduzido.

Acompanhando o desenho do tanque, os defletores laterais foram projetados com design agressivo e esportivo. A posição de pilotagem também é um dos diferencias da CRF 230F. O guidão alto e largo proporciona melhor posicionamento e controle da motocicleta. E as manoplas contam com uma textura diferenciada que ajudam o piloto a ter melhor contato (grip). O revestimento do assento, com textura na parte superior e lisa nas laterais, dá maior aderência, independentemente da posição de pilotagem (sentado ou em pé nas pedaleiras).





 Tecnologia de ponta


A CRF 230F recebe motor OHC (Over Head Camshaft) de 223 cm3, monocilíndrico, quatro tempos e arrefecido a ar. Seu grande destaque fica por conta da elevada faixa de torque disponível em baixas e médias rotações, fundamental para quem necessita de força para superar percursos irregulares e outras adversidades encontradas em trilhas e enduros.


Resistente e compacto, o motor desenvolve potência máxima de 19,3 cv a 8.000 rpm e torque de 1,92 kgf.m a 6.500 rpm. As respostas rápidas e ágeis ao comando são garantidas pelo carburador mecânico, com diâmetro de venturi de 26 mm. O modelo conta também com câmbio de seis marchas, assegurando trocas suaves e precisas.


A CRF 230F tem partida elétrica, que possibilita acionamento rápido do motor, além de oferecer conveniência e praticidade ao piloto. Além disso, a bateria é selada de 12V- 4 Ah.


A motocicleta conta com ignição CDI (Ignição por descarga capacitiva). O sistema determina por meio de um sensor de pulso o momento ideal para a liberação da centelha da vela, oferecendo maior rendimento na combustão. Por ser eletrônico, é isento de manutenção, e se torna resistente em todas as condições de uso.


Outro ponto forte da CRF 230F é a suspensão. A traseira do tipo Pro-link está equipada com balança de alumínio que proporciona leveza, precisão e segurança. Já a dianteira conta com garfo telescópico de longo curso, oferecendo estabilidade e conforto.


O modelo recebe pneu dianteiro 80/100 – 21 NHS MT 320H, e traseiro 100/100 – 18 NHS MT 320H. Além disso, possui freio dianteiro a disco, com 240 mm de diâmetro, que é acionado pelo cilindro mestre mais compacto e leve, sendo o mesmo utilizado em motocicletas de competições. Já o traseiro é de tambor, com 110 mm de diâmetro.


A CRF 230F 2012 está disponível na cor vermelha e tem preço público sugerido de R$ 10.530,00. O valor tem como base o Estado de São Paulo e não inclui despesas de frete e seguro.

Yamaha WR 450F 2012

A Yamaha WR 450F 2012 chega no mercado dos Estados Unidos equipada com Injeção Eletrônica. O conjunto de plásticos também foi renovado, seguindo a mesma linha "slim" da YZ 450F. O conjunto ótico frontal recebe agora novo farol e plásticos na cor branca. O chassis agora conta com quadro de alumínio derivado da YZ 250F, mais leve e compacto.







 Novidades da WR 450F 2012


Novo sistema de injecção de combustível, que proporciona uma resposta mais rápida na aceleração e uma entrega de potência suave em quase todas as altitudes e temperaturas.

Novo Chassis baseado no chassis da YZ250F.

A WR 450F 2012 conta ainda com caixa de ar com acesso sem ferramentas. Rodas Excel de 18" na traseira, guidão ProTaper®, disco de freio wave, partida elétrica, Regulagem da embreagem do tipo on-the-fly.



sábado, 17 de dezembro de 2011

Os principais obstáculos enfrentados nas TRILHAS são:

Subidas: Podem ser enfrentadas de duas formas. Nas subidas curtas, o piloto pode ficar sentado, com o corpo inclinado para frente e pegar embalo para vencer a inércia. A segunda técnica para longas subidas em pé na pedaleira, com o corpo para frente, controlando a aceleração para não levantar a roda dianteira.
Descidas: A principal advertência não deixar a moto derrapar com a roda dianteira. O corpo deve ficar para trás, forçando o guidão com as mãos. Em descidas lisas ou molhadas deve-se ter cuidado com o uso do freio dianteiro para evitar o travamento.
Riachos: em sempre é possível ver o fundo dos riachos e o maior prejudicado será o primeiro piloto a atravessar, porque terá que achar literalmente o caminho das pedras. É importante não deixar a água atingir o filtro de ar, nem deixar a moto cair no rio. Para facilitar a visão do piloto pode-se ficar em pé nas pedaleiras e mesmo que pareça refrescante, não deve passar muito rápido pelo riacho porque pode ter uma pedra ou tronco submerso. A dica é, se o riacho tiver partes clara e escura, esta última significa mais fundo, e também se partes do riacho tem correnteza é o local mais raso.
Cavas: São erosões formadas por enxurradas que às vezes são tão grandes que quase escondem a moto dentro. Nas cavas grandes preciso tomar cuidado para não entortar os pedais de câmbio e freio. Nem sempre a moto e as pernas do piloto cabem, é preciso ”caminhar” com os pés fora da cava e a moto dentro.
Atoleiros: Não existem muitas técnicas especificas, mas vale uma dica importante. Antes de encarar o atoleiro de uma boa olhada em volta para procurar um caminho alternativo. Outra boa dica atravessar o atoleiro a pé, procurando lugares mais firmes para passar. O embalo é essencial, pelo menos irá vencer boa parte do atoleiro na velocidade. No caso da moto atolar não adianta nada ficar acelerando, pois a moto afunda mais. Deça da moto e mãos a obra.
Troncos caídos: Neste momento é necessário uma ”empinadinha” na roda dianteira para passar a frente da moto, quando o protetor do Carter bater no tronco, a moto deverá ser inclinada para frente e com a ajuda do corpo a roda traseira encosta-se ao tronco, então basta acelerar. A mesma técnica vale para pedras grandes no meio do caminho.
 Fonte: http://blog.penoestribo.com.br

Novas CRF 250/450R 2012

Este mês a Honda anunciou pela internet suas duas novas motos, as duas modelo 2012. Saindo no frente de suas concorrentes, a Honda apresenta a nova CRF 250R e a nova CRF 450R.
Veja abaixo o que muda:

CRF 450R:
- Aprimoramento do sistema de suspensão traseira Pro-Link para melhorar a tração e a aderência da traseira (controle do piloto).
- Novas regulagens nas suspensões dianteira e traseira para proporcionar mais estabilidade em terrenos muito irregulares.
- Tubos mais rígidos nas bengalas dianteiras para obter respostas mais progressivas na suspensão e uma direção mais precisa.
- Bengalas dianteiras com novas molas (mais rígidas) para conseguir uma constante elástica maior contra os impactos, melhorando o comportamento e a estabilidade da ciclística ao iniciar saltos e voltar a ter contato com o solo após estes.
- Novas pedaleiras, mais largas e leves para melhor equilíbrio do piloto sobre a moto.
- Novos pneus Dunlop MX51
- Gráficos inspirados nas motos da Honda Racing.
  CRF 250R:
           - Novo cabeçote com dutos revistos e válvulas de escape (30 mm) com novo formato. Proporciona um funcionamento mais uniforme a baixas e médias rotações.
- Corpo de injeção menor. Otimiza a curva de potência e torque em baixas e médias rotações e torna as respostas ao acelerador menos bruscas.
- Novo tipo de construção do virabrequim visando obter mais confiabilidade e aumentar a vida útil do propulsor.
- Motor Unicam de terceira geração com sistema de injeção eletrônica mais leve e sem bateria.
- Aprimoramento do sistema de suspensão traseira Pro-Link para melhorar a tração e a aderência da traseira (controle do piloto).
- Novas regulagens nas suspensões dianteira e traseira para proporcionar mais estabilidade em terrenos muito irregulares.
- Novas pedaleiras, mais largas e leves para melhor equilíbrio do piloto sobre a moto. O pedal de partida foi modificado para permitir ligar a moto com mais facilidade e menor esforço.
- Novo sistema de escapamento que cumpre as normas mundiais sobre emissões e ruído sem comprometer o desempenho da motocicleta.


Aprenda Como Resolver Vazamento na Suspensão Dianteira

fotográfica. É isso que deve fazer:

     Imagina você descendo a moto do carro no hotel, depois de horas de viagem, um dia antes da corrida e descobrir que sua suspensão esta vazando, pior, em cima do seu disco de freio. Tem horas que você simplesmente precisa subir na moto e sair andando, não dá pra ir atrás de mecânico pra trocar retentor. Antes da trilha, motocross ou enduro o que você precisa de uma jeito para resolver isso rápido. Apesar de você estar correndo risco de ficar sem amortecimento e freio tudo pode acabar bem se você tiver material de limpeza e um pedaço do velho filme de máquina

Passo 1: Use uma pequena chave de fenda para baixar / tirar o guarda-pó. Isso provavelmente será fácil já que esta tudo muito bem lubrificado.
Passo 2: Agora limpe toda a sujeira de onde tirou o guarda-pó e do tubo da suspensão. Use uma flanéla para tirar cada grão de sujeira. Os retentores modernos são muito bons e se você der sorte a razão do vazamento era um desses grãos de sujeira no lugar errado.
Passo 3: Continue limpando. Use um escova de dentes para limpar a parte exposta do retentor. DICA: use a escova de dentes de outra pessoa.
Passo 4: Agora que você tirou cada fragmento de sujeira para longe do retentor é hora de achar o grãozinho que esta causando todo esse vazamento. Recorte a parte furada do filme fotográfico e prepare-se para a mágica. Use o velho pedaço de filme (quem sabe do casamento a sua sogra), enfie com cuidado entre o tubo da suspensão e o retentor. Com todo cuidado faça a volta no tubo com o filme enquanto o puxa para fora.Vai vazar um pouco de óleo no processo, mas no fim o problema deve estar resolvido. Se não for cuidadoso pode causa mais estrago. Se após seu serviço a suspensão continuar vazando, você ia precisar de retentores novos de qualquer jeito. Vá andar de moto.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

TRILHA PARA BARRAGEM SANTA CRUZ (APODI RN)

     No dia 11 de Dezembro de 2011, o grupo trilhas 100 limites fizeram uma trilha saindo de  Lucrécia com destino a BARRAGEM DE SANTA CRUZ.
     Uma boa opção pra quem gosta de fazer trilhas de moto,carro ou bicicleta as estradas estão em ótimas condições para esta pratica exceto pela poeira que dificulta um pouco a pilotagem.
Daniel
Rodrigo
Faguinho
Felipe









 



sábado, 10 de dezembro de 2011

ML PREPARARDA PRA TRILHA DO MEU AMIGO RODRIGO




Coroa maior pra da mais força,foi adptada era da xl 125.

 Mudança na posição dos amortecedores para ficar mais alta e macia.